Equipe de Patologistas do Instituto de Patologia de Araçatuba

 

Médicos

 

Dr Neivio J. Mattar

 

Dr Deolino João Camilo Jr.

 

Dra Solange Pires d’Ávila

 

Dr José Cândido Caldeira Xavier Júnior


 

 

Anatomia Patológica

 

Anatomia patológica é uma especialidade médica indispensável para o diagnóstico de câncer, bem como de outras doenças. O médico patologista é o responsável pela análise macro e microscópica dos espécimes (biópsias e peças cirúrgicas) definindo se a lesão é maligna ou benigna; permitindo assim, o início do tratamento oncológico, que apenas se inicia pós o diagnóstico histopatológico.

 

O trabalho do patologista ainda é pouco dimensionado pela população geral, apesar de ser algo muito amplo que compreende diversas faces diferentes, muitas das quais relacionadas com a oncologia.

 

Através dos exames citológicos, como por exemplo, o exame preventivo cérvico-vaginal (exame de Papanicolaou, como é conhecido) ou o exame de punção aspirativa dos mais diversos órgãos (tireoide, linfonodos, massas cervicais); o patologista realiza o rastreio para câncer, estabelecendo os pacientes que devem ser tratados ou acompanhados de forma mais pormenorizada. Diante da suspeita de câncer é realizada uma biópsia; ou seja, um pequeno fragmento da lesão é retirado para estudo histológico que é realizado pelo patologista.

 

Quando o tumor é ressecável, a peça cirúrgica também é analisada pelo patologista que classificará o tipo do tumor, estabelecerá o tamanho e os parâmetros prognósticos como margens cirúrgicas, infiltração perineural, infiltração vascular, metástase linfonodal, etc.

 

Além disso, através do exame imuno-histoquímico, que se baseia na relação antígeno-anticorpo das proteínas das células dos diferentes órgãos do nosso corpo; o patologista é capaz de estabelecer o sítio primário de uma neoplasia metastática tão bem como fornecer dados complementares que orientam o melhor tratamento quimioterápico. Um bom exemplo é o carcinoma mamário que, a depender da expressão de marcadores como receptor de estrógeno e o oncogene-Her2, será tratado de forma específica.

 

Deve-se ressaltar também que o trabalho do patologista deverá estar em harmonia com os demais dados clínicos e de imagem; para a realização do diagnóstico mais acurado possível; permitindo que os pacientes recebam tratamento adequado em tempo hábil.

 

​2016 por CMJ



 

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